domingo, 14 de agosto de 2016

História do Dia dos Pais

Datas Comemorativas

O Dia dos Pais é celebrado em várias regiões do mundo, mas em datas diferentes. 

Atualmente, tal como o dia das mães, o dia dos pais é uma das datas mais prestigiadas no mundo como um todo e no Brasil, em especial. Entretanto, pouco se sabe sobre a origem dessa data.
No Brasil, ela é comemorada no segundo domingo de agosto, mas já foi comemorada fixamente no dia 16 desse mesmo mês. Nos Estados Unidos e em várias outras nações, a data é comemorada no terceiro domingo de junho; em Portugal e Espanha, em 19 de março; na Rússia, no dia 23 de fevereiro. Mas qual é a razão dessas diferenças?
  • Origem da comemoração nos Estados Unidos
O dia dos pais passou a ter repercussão mundial a partir do início do século XX, quando a data foi institucionalizada nos Estados Unidos da América. Os Estados Unidos comemoraram pela primeira vez o dia dos pais em 19 de junho de 1910. Tal data foi escolhida a partir da sugestão de uma moça chamada Sonora Louis Dodd, que quis homenagear seu pai, William Jackson Smart.
Smart era um veterano da Guerra Civil Americana que, após a morte da esposa, teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. A homenagem de Sonora começou em 1909, em sua cidade, Spokane, no estado de Washington. O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas da mesma cidade a fazer o mesmo tipo de homenagem. De Spokane, a prática alastrou-se para outros estados dos EUA.
Entretanto, em 1966, houve uma alteração na comemoração da data em decorrência de outros fatores. Do dia 19 de junho, a comemoração passou para o terceiro domingo de junho. Em 1972, o presidente Richard Nixon declarou o terceiro domingo de junho como o dia oficial da comemoração do dia dos pais. Essa data foi adotada como modelo por vários países ocidentais.
  • Origem da comemoração no Brasil
No Brasil, o dia dos pais só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto. Ao contrário do que ocorreu nos EUA, essa data não foi pensada como forma de homenagem local e simples, que se alastrou depois, sem planejamento. Na verdade, ela foi pensada por um publicitário chamado Sylvio Bhering, à época diretor do jornal O Globo e da rádio homônima.
O objetivo de Bhering era tanto social quanto comercial. A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, no calendário litúrgico da Igreja Católica, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agostoe assim permanece até hoje.
  • O caso particular de outros países
Há o caso de outros países nos quais o dia dos pais está relacionado com aspectos culturais muito específicos. É caso, por exemplo, de Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras, que o comemoram em 19 de março. Isso ocorre porque tais países, também de tradição católica, associam o dia dos pais ao dia de São José, esposo de Maria.
Um caso curioso é o da Rússia, que celebra o dia dos pais em 23 de fevereiro. O motivo é o fato de que esse dia também é reservado à comemoração do Dia do Defensor da Pátria Local – data celebrada desde 1919. As duas datas acabaram por se entrelaçar.

Por Me. Cláudio Fernandes
ORAÇÃO VOCACIONAL FEITA PELO PAPA BENTO XVI
Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua Palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis. Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo. Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundem a alegria do vosso perdão. Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dócil aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada. Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho. Nós vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém. Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.
AGOSTO: O MÊS DAS VOCAÇÕES
No primeiro domingo destacamos o dia do padre, a motivação é a festa de S. João Maria Vianey, lembrada no dia 04 de agosto, padroeiro dos párocos e, a partir de agora neste ANO SACERDOTAL, também padroeiro de todos os padres.
No segundo domingo celebramos o dia dos pais, recordamos, então, o chamado a gerar vida, a continuar com a obra criadora de Deus. Ser pai e ser mãe, constituir família, assumir um estado de vida na Igreja. Inicia-se neste Domingo a SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA.
No terceiro domingo celebramos a vocação consagrada, feminina e masculina, motivados pela festa da Assunção de Maria, modelo de todos aqueles que dizem sim ao chamado de Deus para um entrega total.
No quarto domingo trazemos presente todos os ministérios leigo, a vocação de todos os batizados.
No quinto domingo celebramos e agradecemos a Deus a generosidade dos catequistas.
A vocação é a resposta de Deus providente a uma comunidade que reza. Rezemos pelas vocações e façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para cumprir o mandato de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9,38). Existem muitos subsídios que ajudam as comunidades a celebrar o mês de agosto, destacamos, porém, que o mais importante é a criatividade da equipe vocacional.
Durante este mês destacamos vários santos ligados à vocação: São João Maria Vianney (o Santo Cura d’Ars, patrono dos padres, dia 04), São Domingos (08), São Lourenço, padroeiro dos diáconos (10), Santa Clara (11), Santo Ezequiel Moreno (19), São José de Calasanz (dia 25), Santa Mônica (dia 27) e Santo Agostinho (dia 28).
Celebramos no terceiro Domingo, a ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA. E rezemos, especialmente neste mês a NOSSA SENHORA DAS DIVINAS VOCACÕES. Rogai por nós!

AGOSTO, O MÊS VOCACIONAL

a) O mês de agosto, é caracterizado como o mês vocacional, foi instituído pela CNBB na sua Assembléia Geral de 1981. É uma experiência que vem dando bons resultados em todo o país. De maneira diferenciada, podemos afirmar que todas as nossas comunidades o celebram.

b) OBJETIVOS:
O mês vocacional tem objetivos gerais e operacionais bem definidos, quais sejam:
- criar consciência vocacional;
- despertar todos os cristãos para suas responsabilidades na Igreja, assumidas no Batismo;
- envolver todas as pastorais para a importância da Pastoral Vocacional na Pastoral Orgânica da Igreja Local;
- enfatizar que todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações;
- privilegiar um tempo na Igreja para uma pregação direta sobre o mistério da vocação na Igreja, sobre o valor do sacerdócio ministerial, e sobre a sua urgente necessidade para o Povo de Deus;
- para responder eclesialmente ao mandato do Senhor: "De fato a colheita e grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazer a colheita" (Mt 9,37-38).

c) OPERACIONALIDADE:
Dá-se um destaque especial aos domingos:

1º Domingo, ou 1ºsemana: motivado pela festa de São João Maria Vianney, o Cura d'Ars, dia do padre;
2º Domingo, ou 2º semana: celebra-se, no país, o dia dos pais: destaque à vocação familiar, chamados a ser pai, mãe, gerar a vida;
3º Domingo, ou 3º semana: comemora-se o dia dos religiosos: destaque à vida consagrada, irmãos, irmãs, clero religioso;
4º Domingo, ou 4º semana: (quando há só 4 domingos): é o dia do catequista: destaca-se a relação da vocação com a missão de anunciar a Palavra de Deus, formar o povo de sacerdotes. Quando há o quinto domingo, o dia do catequista passa para o quinto domingo pois o dia do catequista é sempre o último domingo do mês de agosto;
5º Domingo, ou 5º semana: (quando há 5 domingos): é o dia dos ministérios leigos. Destaca-se a disponibilidade para o serviço à comunidade, ao Povo de Deus; Quando há o quinto domingo, o dia do catequista passa para o 5º domingo pois o dia do catequista é sempre o último domingo do mês de agosto.

d) ESPAÇOS DE CELEBRAÇÃO:
O mês de agosto, mês vocacional, tem alguns momentos privilegiados nas comunidades.

a) prepara-se o ambiente com cartazes destacando o tema próprio do mês; cantos especiais, comentários das celebrações eucarísticas e celebrações da Palavra;
b) faz-se uma série de representações teatrais ou jograis com textos bíblicos ou outros relativos ao tema;
c) distribui-se, no final das celebrações, uma mensagem própria para o dia e que sirva para ser refletido em família;
d) preparam-se, junto com vocacionados, a homilia e pregações enfocando o tema vocacional;
e) convidam-se os seminaristas para a animação das celebrações, articulando a caminhada do seminário com as comunidades.
* Catequese:
a) durante todo o mês, os (as) catequistas destacam as vocações de homens e mulheres da Bíblia;
b) nas escolas de formação de catequistas, ministram-se aulas sobre a história do povo de Deus e suas lideranças;
c) promovem-se cursos de cartazes, poesias e canções com temas vocacionais;
d) fazem-se entrevistas com vocacionados e pessoas de vida consagrada (padre, religioso (a), irmão, líderes de comunidades.
* Grupo de Jovens:
a) preparam-se as reuniões sobre as vocações, com destaque para as de vida consagrada;
b) preparam-se manhãs, tardes ou fins de semana de retiro;
c) promove-se festivais, gincanas e encontros vocacionais;
d) preparam-se, com os jovens, celebrações especiais.
* Grupos de Reflexão em família:
a) reúnem-se as famílias da rua ou do quarteirão para rezar e refletir sobre as vocações;
b) despertam-se as famílias para a responsabilidade de apresentarem a seus filhos o caminho da vida consagrada como uma maneira de servir a Deus e aos irmãos;
c) fazem-se convites diretos aos jovens para serem padres, religiosos (as):
- cada domingo, apresentam-se os seus vocacionados, relacionados ao seu dia;
- promove-se encontros, dias de oração, vigílias;
- promove-se coleta especial para a manutenção do seminário.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

MÊS JUNINO, É MÊS DE FESTEJAR E VIVENCIAR A VIDA DE VÁRIOS SANTOS

As festas juninas são eventos tradicionais do calendário brasileiro e um bom retrato da diversidade cultural do país. Mas sua origem remete às festas populares europeias, principalmente de Portugal, que vieram para o Brasil durante o processo de colonização.
Na bagagem, os portugueses trouxeram as comemorações de alguns santos católicos como Santo Antônio, São João e São Pedro, celebrados no mês de junho.
Para saber mais sobre os três santos, confira a história e o dia em que se homenageia cada um deles.
13 de junho – Santo Antônio

Santo Antônio - imagem em igreja de portugal
Santo Antônio e menino Jesus
Normalmente representado em imagens segurando o menino Jesus, ele é o famoso santo casamenteiro. É invocado para auxlilar solteiras e solteiros a encontrarem seu par ideal "arrumar casamento". Inclusive, há várias simpatias para “pressioná-lo” a ajudar os desesperados: é possível deixá-lo de cabeça para baixo ou, então, separá-lo do menino Jesus até o pedido ser atendido.
A conta de afazeres do padroeido dos pobres já é grande, mas ele ainda encontra tempo para ajudar quem quer encontrar objetos perdidos.
Todo dia 13 de junho, as igrejas costumam distribuir os tradicionais paezinhos de Santo Antônio. Em vez de comê-lo, o pão deve ficar guardado em uma lata de mantimento para garantir fartura de comida durante o ano.

Mastro de São João Festa Junina
Mastro de São João Festa Junina
24 de junho – São João
Em vez de junina, muitos chamam os festejos de São João, pois dia 24 é o auge das festividades, exatamente quando se comemora o aniversário de São João Batista, o santo festeiro.
A lenda diz que nesse dia ele prefere dormir o dia todo para não ver as fogueiras na Terra e ficar com vontade de descer e comemorar também.
Por isso mesmo, as pessoas soltam fogos de artifício para tentar acordá-lo. Entre os costumes católicos, a Festa Junina é marcada pelo levantamento do mastro de São João. Foi São João quem criou o batismo e que batizou o primo Jesus.

fogueira são pedro triangular
Fogueira triangular
29 de junho – São Pedro

Pedro foi um dos doze apóstos de Jesus, tendo o dia 29 dedicado a ele. É nesse dia que se rouba o mastro de São João para marcar o fim das festas juninas. Como características do festejo para São Pedro, estão a fogueira em formato triangular e o pau-de-sebo.
Na sua lista de missões, São Pedro é o guardião das portas do céu e responsável por fazer chover na Terra.
Além disso, protege pescadores e viúvas. Na biografia, ele liderou os discípulos de Jesus e fundou a Igreja Católica, sendo considerado o primeiro Papa.
Nessa data, a Igreja Católica também homenageia São Paulo.

Junho - Mês do Sagrado Coração de Jesus







A Igreja Católica dedica o mês de Junho ao Sagrado Coração de Jesus.
Essa devoção ficou mais conhecida após as aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque, em 1673.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

MARIA: VENERADA E NÃO ADORADA, PELO SEU SIM E SER MÃE DE JESUS.


Se alguns evangélicos criticam o nome de Maria, é porque não reconhecem sua própria mãe… nós não adoramos, nós veneramos, ou eles não conhecem esta palavra  E não deveriam comemorar o dia das Mães.

Eu sou membro de Cristo, sou agora carne e sangue Dele porque o recebo na eucaristia e sendo sua irmã, reconheço Maria como Mãe e Deus como Pai, Filho e Espírito Santo.
 
Maria é mãe de Deus pelo Mistério da Encarnação, pois se negar este título estamos renegando a divindade de Jesus que é Deus com o Pai e Espírito Santo. Venero Maria, porque ele é a nova Eva, é dela que se origina a nova humanidade, o primogênito de Deus: Jesus e depois aqueles que são salvos por Ele. Pois Jesus consagrou a humanidade. Maria para mim é o consolo de Deus.
 
 É sua obra prima,graças ao seu sim fiél, ela pôde nos oferecer nosso Deus humano. E aprendo com ela a ser Jesus neste tempo e lugar. Não há um trecho da bíblia que Jesus fala que somos deuses? O problema que eu vejo é a imagem que se faz de Deus. Para mim a verdadeira idolatria está no dinheiro pois nunca como nos dias de hoje o dinheiro tem tanto poder, com ele temos o corpo que desejamos, as companhias que nos dão maior prazer e toda bajulação.


E sobre se ajoelhar em frente à imagem, não vejo problema algum, pois o ajoelhar significa para mim um gesto de humildade, eu estou perante uma imagem que me recorda alguém que já está em perfeita união com Deus, ou seja, já está em santidade, algo que eu ainda estou buscando.
 
Mas, se os evangélicos culturalmente consideram esse gesto, um gesto de idolatria, isso é lá com eles. Acho que não se deve ser preconceituoso com o catolicismo popular. As imagem são símbolos que nos ajudam a materializar nossa fé. A arte tem o lindo papel de nos revelar realidades invisíveis.

Amo Maria, pois Deus há Amou primeiro.

A História e Biografia da Virgem Maria

DEUS HÁ AMOU PRIMEIRO.

Quando a igreja é revestida com o poder do Espírito Santo

 

FRANÇUIR HOMEM DE DEUS



 

A igreja depende do Espírito Santo. É o Espírito Santo quem aplica a obra da redenção no coração dos pecadores. É impossível haver sequer um convertido sem a obra do Espírito Santo. Charles Spurgeon diz que é mais fácil crer que um leão tornar-se-á um vegetariano do que acreditar que um só pecador seja regenerado sem a obra do Espírito Santo. O livro de Atos, nos capítulos 1 e 2 nos fala sobre quatro verdades fundamentais acerca do Espírito Santo.

 Em primeiro lugar, a promessa do Espírito Santo (At 1.4-8). Jesus determinou os discípulos a não saírem de Jerusalém até que recebessem a promessa do Pai (At 1.4), o batismo com o Espírito Santo (At 1.5). Esse batismo seria também um revestimento de poder (Lc 24.49). Os discípulos, ainda influenciados por uma visão provinciana e política do reino de Deus, perguntaram a Jesus se seria nessa época que o reino seria restaurado a Israel. Jesus não alimenta as idéias messiânicas distorcidas deles e retoma o tema da promessa do Espírito, dizendo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8). Essa promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes é a mesma profetizada por Joel (Jl 2.28) e Isaías (Is 44.3-5).

 Em segundo lugar, a busca do Espírito Santo (At 1.14). Os discípulos não aguardaram a promessa do Espírito Santo passivos, mas em oração. Os cento e vinte discípulos, entre eles os apóstolos, Maria, bem como seus outros filhos oraram durante dez dias após a ascensão de Cristo. Ao fim desse tempo, o Espírito Santo foi derramado sobre eles. Essa oração no cenáculo teve três características: primeiro, ela foi abrangente: todos eles estavam comprometidos com a busca do Espírito Santo; segundo, ela foi perseverante: todos eles perseveram em oração, sem esmorecer; terceiro, ela foi unânime, ou seja, todos tinham um só objetivo, uma só motivação, a busca do Espírito Santo. Houve unanimidade e concordância na oração. Em todos eles havia o mesmo sentimento.

 Em terceiro lugar, o derramamento do Espírito Santo (At 2.1-41). No dia do Pentecostes, dez dias depois da ascensão de Cristo e da oração incessante da igreja, o Espírito Santo foi derramado. Todos os discípulos ficaram cheios do Espírito Santo. Aqueles que já tinham o Espírito Santo, pois eram convertidos, agora são cheios do Espírito Santo e revestidos com poder para testemunhar. O Espírito Santo desce sobre eles em línguas como de fogo e como um vento impetuoso e todos começam a falar as grandezas de Deus. Uma multidão se ajunta curiosa e cheia de ceticismo (At 2.12), preconceito (At 2.7) e zombaria (At 2.13). Embora o milagre tenha atraído a multidão, foi a pregação da palavra de Deus que compungiu o coração do povo e naquela manhã cerca de três mil pessoas foram convertidas a Cristo. Pedro pregou um sermão Cristocêntrico, tratando da morte, ressurreição, ascensão e senhorio de Cristo. Oração e pregação, no poder do Espírito, tornaram-se as marcas da igreja. A partir daí, aqueles que até então estavam trancados com medo dos judeus, são trancados nas prisões por falta de medo. Aqueles que se acovardaram diante dos perigos, agora enfrentam açoites, prisões e até mesmo a morte com galhardia.

 Em quarto lugar, a vida cheia do Espírito Santo (At 2.42-47). Depois que a igreja ficou cheia do Espírito Santo sua vida refletiu isso e o mundo foi impactado. A plenitude do Espírito foi percebida através da firmeza na doutrina dos apóstolos, do engajamento na oração, da comunhão fraternal, da adoração fervorosa e do testemunho irrepreensível. Uma igreja cheia do Espírito tem bom testemunho dos de dentro e também dos de fora. Ela cresce em conhecimento e também em graça. Ela tem a simpatia dos homens e a aprovação de Deus. Ela cresce em santidade e também em números. Ela é embaixadora de Deus na terra e também promove festa no céu.