sexta-feira, 3 de junho de 2016

MÊS JUNINO, É MÊS DE FESTEJAR E VIVENCIAR A VIDA DE VÁRIOS SANTOS

As festas juninas são eventos tradicionais do calendário brasileiro e um bom retrato da diversidade cultural do país. Mas sua origem remete às festas populares europeias, principalmente de Portugal, que vieram para o Brasil durante o processo de colonização.
Na bagagem, os portugueses trouxeram as comemorações de alguns santos católicos como Santo Antônio, São João e São Pedro, celebrados no mês de junho.
Para saber mais sobre os três santos, confira a história e o dia em que se homenageia cada um deles.
13 de junho – Santo Antônio

Santo Antônio - imagem em igreja de portugal
Santo Antônio e menino Jesus
Normalmente representado em imagens segurando o menino Jesus, ele é o famoso santo casamenteiro. É invocado para auxlilar solteiras e solteiros a encontrarem seu par ideal "arrumar casamento". Inclusive, há várias simpatias para “pressioná-lo” a ajudar os desesperados: é possível deixá-lo de cabeça para baixo ou, então, separá-lo do menino Jesus até o pedido ser atendido.
A conta de afazeres do padroeido dos pobres já é grande, mas ele ainda encontra tempo para ajudar quem quer encontrar objetos perdidos.
Todo dia 13 de junho, as igrejas costumam distribuir os tradicionais paezinhos de Santo Antônio. Em vez de comê-lo, o pão deve ficar guardado em uma lata de mantimento para garantir fartura de comida durante o ano.

Mastro de São João Festa Junina
Mastro de São João Festa Junina
24 de junho – São João
Em vez de junina, muitos chamam os festejos de São João, pois dia 24 é o auge das festividades, exatamente quando se comemora o aniversário de São João Batista, o santo festeiro.
A lenda diz que nesse dia ele prefere dormir o dia todo para não ver as fogueiras na Terra e ficar com vontade de descer e comemorar também.
Por isso mesmo, as pessoas soltam fogos de artifício para tentar acordá-lo. Entre os costumes católicos, a Festa Junina é marcada pelo levantamento do mastro de São João. Foi São João quem criou o batismo e que batizou o primo Jesus.

fogueira são pedro triangular
Fogueira triangular
29 de junho – São Pedro

Pedro foi um dos doze apóstos de Jesus, tendo o dia 29 dedicado a ele. É nesse dia que se rouba o mastro de São João para marcar o fim das festas juninas. Como características do festejo para São Pedro, estão a fogueira em formato triangular e o pau-de-sebo.
Na sua lista de missões, São Pedro é o guardião das portas do céu e responsável por fazer chover na Terra.
Além disso, protege pescadores e viúvas. Na biografia, ele liderou os discípulos de Jesus e fundou a Igreja Católica, sendo considerado o primeiro Papa.
Nessa data, a Igreja Católica também homenageia São Paulo.

Junho - Mês do Sagrado Coração de Jesus







A Igreja Católica dedica o mês de Junho ao Sagrado Coração de Jesus.
Essa devoção ficou mais conhecida após as aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque, em 1673.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

MARIA: VENERADA E NÃO ADORADA, PELO SEU SIM E SER MÃE DE JESUS.


Se alguns evangélicos criticam o nome de Maria, é porque não reconhecem sua própria mãe… nós não adoramos, nós veneramos, ou eles não conhecem esta palavra  E não deveriam comemorar o dia das Mães.

Eu sou membro de Cristo, sou agora carne e sangue Dele porque o recebo na eucaristia e sendo sua irmã, reconheço Maria como Mãe e Deus como Pai, Filho e Espírito Santo.
 
Maria é mãe de Deus pelo Mistério da Encarnação, pois se negar este título estamos renegando a divindade de Jesus que é Deus com o Pai e Espírito Santo. Venero Maria, porque ele é a nova Eva, é dela que se origina a nova humanidade, o primogênito de Deus: Jesus e depois aqueles que são salvos por Ele. Pois Jesus consagrou a humanidade. Maria para mim é o consolo de Deus.
 
 É sua obra prima,graças ao seu sim fiél, ela pôde nos oferecer nosso Deus humano. E aprendo com ela a ser Jesus neste tempo e lugar. Não há um trecho da bíblia que Jesus fala que somos deuses? O problema que eu vejo é a imagem que se faz de Deus. Para mim a verdadeira idolatria está no dinheiro pois nunca como nos dias de hoje o dinheiro tem tanto poder, com ele temos o corpo que desejamos, as companhias que nos dão maior prazer e toda bajulação.


E sobre se ajoelhar em frente à imagem, não vejo problema algum, pois o ajoelhar significa para mim um gesto de humildade, eu estou perante uma imagem que me recorda alguém que já está em perfeita união com Deus, ou seja, já está em santidade, algo que eu ainda estou buscando.
 
Mas, se os evangélicos culturalmente consideram esse gesto, um gesto de idolatria, isso é lá com eles. Acho que não se deve ser preconceituoso com o catolicismo popular. As imagem são símbolos que nos ajudam a materializar nossa fé. A arte tem o lindo papel de nos revelar realidades invisíveis.

Amo Maria, pois Deus há Amou primeiro.

A História e Biografia da Virgem Maria

DEUS HÁ AMOU PRIMEIRO.

Quando a igreja é revestida com o poder do Espírito Santo

 

FRANÇUIR HOMEM DE DEUS



 

A igreja depende do Espírito Santo. É o Espírito Santo quem aplica a obra da redenção no coração dos pecadores. É impossível haver sequer um convertido sem a obra do Espírito Santo. Charles Spurgeon diz que é mais fácil crer que um leão tornar-se-á um vegetariano do que acreditar que um só pecador seja regenerado sem a obra do Espírito Santo. O livro de Atos, nos capítulos 1 e 2 nos fala sobre quatro verdades fundamentais acerca do Espírito Santo.

 Em primeiro lugar, a promessa do Espírito Santo (At 1.4-8). Jesus determinou os discípulos a não saírem de Jerusalém até que recebessem a promessa do Pai (At 1.4), o batismo com o Espírito Santo (At 1.5). Esse batismo seria também um revestimento de poder (Lc 24.49). Os discípulos, ainda influenciados por uma visão provinciana e política do reino de Deus, perguntaram a Jesus se seria nessa época que o reino seria restaurado a Israel. Jesus não alimenta as idéias messiânicas distorcidas deles e retoma o tema da promessa do Espírito, dizendo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8). Essa promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes é a mesma profetizada por Joel (Jl 2.28) e Isaías (Is 44.3-5).

 Em segundo lugar, a busca do Espírito Santo (At 1.14). Os discípulos não aguardaram a promessa do Espírito Santo passivos, mas em oração. Os cento e vinte discípulos, entre eles os apóstolos, Maria, bem como seus outros filhos oraram durante dez dias após a ascensão de Cristo. Ao fim desse tempo, o Espírito Santo foi derramado sobre eles. Essa oração no cenáculo teve três características: primeiro, ela foi abrangente: todos eles estavam comprometidos com a busca do Espírito Santo; segundo, ela foi perseverante: todos eles perseveram em oração, sem esmorecer; terceiro, ela foi unânime, ou seja, todos tinham um só objetivo, uma só motivação, a busca do Espírito Santo. Houve unanimidade e concordância na oração. Em todos eles havia o mesmo sentimento.

 Em terceiro lugar, o derramamento do Espírito Santo (At 2.1-41). No dia do Pentecostes, dez dias depois da ascensão de Cristo e da oração incessante da igreja, o Espírito Santo foi derramado. Todos os discípulos ficaram cheios do Espírito Santo. Aqueles que já tinham o Espírito Santo, pois eram convertidos, agora são cheios do Espírito Santo e revestidos com poder para testemunhar. O Espírito Santo desce sobre eles em línguas como de fogo e como um vento impetuoso e todos começam a falar as grandezas de Deus. Uma multidão se ajunta curiosa e cheia de ceticismo (At 2.12), preconceito (At 2.7) e zombaria (At 2.13). Embora o milagre tenha atraído a multidão, foi a pregação da palavra de Deus que compungiu o coração do povo e naquela manhã cerca de três mil pessoas foram convertidas a Cristo. Pedro pregou um sermão Cristocêntrico, tratando da morte, ressurreição, ascensão e senhorio de Cristo. Oração e pregação, no poder do Espírito, tornaram-se as marcas da igreja. A partir daí, aqueles que até então estavam trancados com medo dos judeus, são trancados nas prisões por falta de medo. Aqueles que se acovardaram diante dos perigos, agora enfrentam açoites, prisões e até mesmo a morte com galhardia.

 Em quarto lugar, a vida cheia do Espírito Santo (At 2.42-47). Depois que a igreja ficou cheia do Espírito Santo sua vida refletiu isso e o mundo foi impactado. A plenitude do Espírito foi percebida através da firmeza na doutrina dos apóstolos, do engajamento na oração, da comunhão fraternal, da adoração fervorosa e do testemunho irrepreensível. Uma igreja cheia do Espírito tem bom testemunho dos de dentro e também dos de fora. Ela cresce em conhecimento e também em graça. Ela tem a simpatia dos homens e a aprovação de Deus. Ela cresce em santidade e também em números. Ela é embaixadora de Deus na terra e também promove festa no céu.