segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Deus olha o coração, e não as aparências


Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o SENHOR não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o SENHOR, o coração. 1 Samuel 16:7


Há alguns baixinhos, outros gordinhos, magros... Baixos, altos... Morenos, negros, brancos, amarelos...
Quando o homem se olha no espelho, há sempre algo para mudar, não é? Ou é a cor do cabelo, ou o nariz... Ou os olhos!
O mundo dita um modelo de beleza: os das passarelas. Para as mulheres: Ser alta e magérrima... Para os homens: Músculos definidos e pele bronzeada. Enfim!
Os modelos estão por aí espalhados por todas as revistas de moda. Com uma boa dose de Fotoshop é claro! O que faz com que as pessoas sintam-se ainda mais deprimidas por não conseguirem atingir a perfeição.
Imagem é tudo, dizem os comerciais de TV!!!
As bonecas levam as meninas a procurarem este novo modelo de beleza. Cada vez mais encontramos Barbies e Susies, mais magras, de cintura fina, com lábios carnudos e olhos claros.
Embora tudo isso seja colocado diante de nossos olhos todos os dias, há algo muito importante, a saber: “Deus não olha nada disso, Deus olha o coração.”

(...) porque o SENHOR esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento (...) 1 Crônicas 28:9

É muito artificial valorizar apenas a beleza exterior. E muito pior ainda, ser um tipo “narcisista” que se faz escravo do espelho.

Conheço cristãos que se não estão bem fisicamente, ficam extremamente deprimidos. Outros se tornam escravos de modismos e consumistas compulsivos. Todo dinheiro é gasto para que a aparência seja a mais perfeita possível. Roupas de marca... celulares dos mais modernos... perfumes caros...


Não falo isso, para que nos tornemos cristãos “relaxados” e passemos ao mundo uma aparência de desleixo. Não é isso! É obvio que homens e mulheres Cristãos devem andar com roupas elegantes e que não escandalizem o reino de Deus, sempre perfumados e cuidadosos com pele, cabelos e unhas. No entanto, é preciso tomar cuidado para não ser escravo da aparência.

Deus, não esta olhando para seu cabelo, para seu nariz, para sua roupa ou para suas gordurinhas a mais! O versículo de 1 Samuel 16:7 é bem claro: HOMENS OLHAM APARENCIA... DEUS OLHA O CORAÇÃO!!!

LEMBRE-SE! Roupa limpa e coração sujo, não adiantam nada no reino de Deus.

Mas o que é um coração sujo? É aquele coração que não perdoa, guarda ressentimentos... Aquele coração que é murmurador... Aquele coração que não olha para o outro coração, mas somente para o exterior das pessoas. O coração sujo é o coração do fofoqueiro, do desobediente, do mentiroso, do briguento. A palavra diz que o que contamina é o que sai da boca... Ou seja: O que sai do coração!


Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Mateus 15:17,18

Escrevo tudo isso, para lembrar-lhes que: Existem muitos cristãos com a roupa limpinha dentro da igreja, mas com um coração IMUNDO fora dela...

Satanás tem lançado setas no coração dos cristãos, para que fiquem sujos diante do PAI. Ouça sempre a voz do Espírito Santo e não a do inimigo de Deus!

Não aceite isso em sua vida. Lave seu coração com o sangue de Jesus e seja como Davi: Um homem ou mulher, segundo o coração de Deus!

(...) Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade. Atos 13:22

Gostaria ainda de salientar que o coração está muito ligado a mente. A palavra diz: (...) porque a boca fala do que está cheio o coração. Lucas 6:45

Quando se fala, o coração está cheio, na verdade quer dizer que “a mente” está cheia. Ou seja, se o coração esta cheio da palavra, irá transbordar da palavra. Se está cheio de vaidades, irá transbordar vaidades... Coloque seus pensamentos em cativo e alimente-se da palavra de Deus!

Outro cuidado que devemos ter, é não julgar pela aparencia. Mas pelo que a pessoa é! Já tive grandes surpresas ao ver pregadores vestidos de gravata vermelha e sapato azul, darem um Show de pregação no púpito! Formei um pré-conceito em meu coração que foi quebrado quando aquele simples irmão abriu a boca e foi tremendamente usado pelo Senhor! DEUS USA QUEM ELE QUER!!!!!!!!

Faça a vontade do Senhor. Seja justo e faça exclusivamente o bem. Não se preocupe com os modismos do mundo. O mundo é consumista e se preocupa demais com a imagem.
Nunca se esqueça que ESTAMOS NO MUNDO, MAS NÃO SOMOS DO MUNDO. Somos apenas turistas por aqui!

By
Leilane Soares

RCC - ALTO DO RODRIGUES - CERCO DE JERICÓ JÁ COMEÇOU, VENHAM PARTICIPAR

A imagem pode conter: texto

             DE 06 A 12 DE FEVEREIRO

      CAPELA DE SÃO FRANCISCO- ALTO ALEGRE.

             DAS 06:00 AS 21:00hs


A História do Cerco de Jericó

O Cerco de Jericó consiste em uma semana incessante de batalha espiritual, com intensificação da oração pessoal e comunitária, missa diária, adoração ao Santíssimo, confissão, jejum, pregação da Palavra de Deus e o Terço de Nossa Senhora.

Por que “Cerco de Jericó”?
Um fato do Antigo Testamento nos mostra a conquista da cidade de Jericó pelos judeus, liderados por Josué (Js 6,1ss). Josué foi formado por Moisés, desde sua juventude, para substituí-lo. A Bíblia nos mostra que a mesma força que estava com Moisés, esteve também neste jovem, que ao assumir o encargo de dar continuidade na tomada de posse da terra prometida, recebeu a autoridade espiritual e o governo sobre as tribos de Israel.

Jericó era uma cidade fortificada e inacessível, com imensas muralhas ao redor. Na conquista de Jericó, encontramos o exército de Israel desanimado diante da imensa dificuldade de tomar aquela cidade. O desânimo já havia tomado conta de muitos que duvidavam da promessa de Deus. Esta promessa dizia que não seria pela força humana que aquela cidade seria conquistada, mas Deus mesmo é quem agiria.

O plano da vitória foi revelado por Deus, de um modo concreto e detalhado. Durante seis dias o povo deveria dar uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, sete voltas. Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram.

A exemplo de Josué, diante das muralhas de Jericó, devemos cercar nossos inimigos com orações e louvores e esperar que Deus mesmo haja em nosso favor. Para isto, precisamos ser perseverantes e persistentes até o fim.

Esse é o objetivo do Cerco de Jericó: derrubar as muralhas pela força da oração. Precisamos tomar consciência de que o Espírito Santo pela força da oração é capaz de derrubar, destruir e aniquilar as forças malignas. O terço de Nossa Senhora e o silêncio fecundo em frente ao Senhor Eucarístico, vão semeando a terra de nossa alma e também quebrando os alicerces das muralhas. Acreditamos que muitas curas e libertações acontecerão: portas que estavam fechadas se abrirão, crises conjugais e econômicas, doenças, e tantos outros problemas serão solucionados. Mas, o mais importante será o poder de Deus derramando o Espírito Santo sobre o povo, o Evangelho crescendo, sendo anunciado, sendo acolhido e transformando vidas.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Significado de Fé



O que é Fé:


Fé é uma palavra que significa "confiança", "crença", "credibilidade". A fé é um sentimento de total de crença em algo ou alguém, ainda que não haja nenhum tipo de evidência que comprove a veracidade da proposição em causa.

Ter fé implica uma atitude contrária à dúvida e está intimamente ligada à confiança. Em algumas situações, como problemas emocionais ou físicos, ter fé significa ter esperança de algo vai mudar de forma positiva, para melhor.

De acordo com a etimologia, a palavra fé tem origem no Grego "pistia" que indica a noção de acreditar e no Latim "fides", que remete para uma atitude de fidelidade.

No contexto religioso, a fé é uma virtude daqueles que aceitam como verdade absoluta os princípios difundidos por sua religião. Ter fé em Deus é acreditar na sua existência e na sua onisciência. A fé é também sinônimo de religião ou culto. Por exemplo, quando falamos da fé cristã ou da fé islâmica.

A fé cristã implica crer na Bíblia Sagrada, na palavra de Deus, e em todos os ensinamentos pregados por Jesus Cristo, o enviado de Deus. Na Bíblia há inúmeras referências ao comportamento do cristão que age com fé. Uma das frases sobre o tema afirma que "a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem". (Hebreus 11:1)

O termo "fé" surge em algumas expressões populares e também no contexto legislativo. Alguns exemplos:

"Fazer fé": acreditar em alguém ou em algum ato; ter esperança.

"Dar fé": afirmar como verdade.

"Boa fé" : forma de agir honestamente, sem quebrar um compromisso.

"Má fé": agir de forma intencional para prejudicar terceiros.

7 razões para acreditar na existência de Deus






Confúcio ensinou que: "Aquilo que eu ouço eu esqueço, aquilo que eu vejo eu me lembro, aquilo que eu faço eu aprendo". Assim é a fé em Deus, preciso fazer algo para que ela se desenvolva e assim possa compreendê-la.





Acreditar é uma opção, eu posso definir em que e em quem acreditar, mas há alguns fundamentos que se tornam incontestáveis mesmo olhando com olhos racionais e humanos.

Por todas as gerações da humanidade o homem descreve a existência de um poder divino, só divergem ao expressar esse poder. Alguns o descrevem em forma de vários deuses, outros em um só, alguns em imagens, outros em pensamento. Mas está na natureza humana a crença nesta força maior.

A existência de Deus como criador do homem e de tudo o que há na terra pode ser comprovada quando se busca evidências que o próprio homem não consegue explicar. E quando este se desprende de seu pensamento racional e se entrega à sua essência, a mesma que conduziu a humanidade desde sempre à busca de uma força maior e criadora.

Veja 7 pontos a ponderar sobre a existência de Deus:


Olhe para dentro de si mesmo, converse com o “eu” interior e tente explicar com o entendimento humano sua existência sem a ação de um poder Divino. Ouça a vida acontecendo dentro de você a partir dos batimentos cardíacos aos comandos cerebrais. Que mecanismo é esse que mantém a vida ou que a um impacto pode deixar de funcionar?


Olhe ao redor e veja a diversidade da fauna e flora. Como tudo isso pode existir sem um comando? Em pouco tempo gatos estariam agindo como cães e vice-versa, mas não agem assim mesmo que convivam juntos desde o nascimento! Continuam a cumprir a medida de sua criação.


Em um momento de medo, solidão e angústia a quem nosso pensamento se remete? Em algum momento como este certamente você se voltou para o céu em busca de um Ser onipotente para lhe dar consolo e esperança. Houve uma manifestação divina? Certamente não! Mas há muitos relatos de que algo mudou dentro da pessoa, como um sentimento de paz incompreensível, a coragem de agir afastando o medo ou simplesmente a aceitação da situação que até o momento parecia insuportável. Se fosse só poder humano, isso seria constante e não haveria insegurança.


A vida sendo gerada dentro do ventre de uma mulher nos faz pensar em como o corpo humano é complexo, e mesmo com toda a tecnologia o homem não é capaz de gerar e fazer crescer a vida mecanicamente, o máximo que se chegou foi à fecundação in vitro, mas sem um útero humano não é possível dar continuidade ao processo.


O homem por mais que tente não consegue dominar alguns processos chamados de naturais como seca, inundações, furacões, terremotos e o próprio envelhecimento do corpo. Que força é essa que age sem o consentimento do homem? Alguns dizem que é força da “mãe natureza”. Então pergunto qual a diferença em acreditar em uma força invisível da natureza e o poder de um Deus que afirma nos ter criado a sua imagem e semelhança? (Genesis 1:27). Nenhuma. Por isso os que preferem crer na existência de uma força natural, o fazem pela simples decisão de não crer em Deus.


A Bíblia e outros registros nos dão a confirmação da existência de Deus, mas ainda assim muitos questionam a veracidade desses registros. Claro que a manipulação do homem pode ter alterado o sentido para seu próprio benefício, mas a essência não pode ter sido manipulada, pois há registro muito antes da Bíblia provando que o homem sempre acreditou em um Ser Divino e Criador. Será que isso não é suficientemente prova de que está na essência do homem este conhecimento, assim como cada coisa na natureza age de acordo com sua espécie o homem que crê em Deus também está agindo de acordo com sua espécie? Espécie que provém da criação de um Ser Supremo que nos fez a sua imagem e semelhança.


A última razão que sugiro para crer em Deus está na prova que você pode fazer de sua , ou seja, “acreditar naquilo que não se vê, mas sabe ser verdade”. Assim como não vemos o ar, mas o sentimos e sabemos que sem ele não podemos viver. Deus não precisa se mostrar para que creiamos Nele, basta se voltar para dentro de si próprio e buscar a essência de sua existência e tenho certeza de que encontrará um desejo inexplicável de acreditar na existência de um Pai Criador que nos ama e espera que retornemos a sua presença. Pois estamos aqui vivendo uma parte de nossa experiência divina.

Como disse no início, acreditar é uma opção. Só que o ser humano tem um instinto que o conduz em muitos aspectos da vida, mesmo quando bebê, a criança sabe a necessidade que tem em buscar por alimento e quase que involuntariamente quer sugar qualquer coisa que se encoste a seus lábios, pois sabe que este é o meio que suprirá suas necessidades.

Assim somos nas questões espirituais, o homem vive em constante busca por provas de que Deus existe ou não. Isso já é indício de que por alguma razão se sabe da existência de um Ser Divino que não se conhece, mas se tem necessidade.

O fato de que algumas pessoas não acreditam em Deus, não elimina o fato de que Ele existe.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O Papa e a RCC / Decreto



Decreto





Caríssimos Irmãos e Irmãs!

"Nós vivemos na Igreja um momento privilegiado do Espírito": declarou Sua Santidade Paulo VI em sua Exortação Apostólica "Evangelii Nuntiandi" (n. 75). De fato, existem muitos sinais pelo mundo onde podemos ver o fruto do Espírito. Correntes, movimentos e testemunhos de santidade renovam a comunhão e a missão da Igreja, apoiados nos dons carismáticos e hierárquicos. Entre eles estão a Renovação Carismática Católica ou Renovação no Espírito e novas formas de Comunidades de vida que brotem desses dons. "O vigor e os frutos da Renovação – disse Sua Santidade João Paulo II aos participantes do 6º Congresso Internacional da Renovação Carismática em 15 de Maio de 1987 – certamente dão testemunho da presença poderosa do Espírito Santo na Igreja durante esses anos que se seguiram após o Concílio Vaticano II.

É claro que o Espírito tem guiado a Igreja por todo esse tempo fazendo brotar uma grande variedade de dons entre os fiéis. Graças ao Espírito, a Igreja mantém constantemente sua jovialidade e vitalidade. E a Renovação Carismática é uma manifestação eloqüente desta vitalidade nos dias de hoje, uma afirmação vigorosa do que ‘o Espírito está dizendo às Igrejas’ (Ap 2, 7), enquanto nos aproximamos do final do segundo milênio."

Para apoiar as realidades bem diversas dos indivíduos e grupos que respondem ao apelo do movimento Católico Carismático, o Escritório Internacional da Renovação Carismática Católica tem dado, desde 1978, uma resposta concreta e positiva facilitando a comunicação e a cooperação entre todos.

Aceitando agora o pedido feito pelo ICCRS para obter o reconhecimento pontifício, de acordo com o atual Código de Direito Canônico, analisando os propósitos do ICCRS de “serviço e promoção da Renovação Carismática Católica por todo mundo, sob a ação do Espírito Santo” (art. 1), tendo “uma preocupação especial com a fidelidade dos participantes da renovação carismática, tanto indivíduos quanto grupos, à Igreja Católica, e sua obediência ao Santo Papa assim como aos outros bispos, de acordo com os ensinamentos da Igreja” (art. 3),

Tendo examinado atentamente os Estatutos apresentados pelo ICCRS e consultado diversos canonistas, e após a incorporação nos estatutos de observações feitas pelo Pontifício Conselho para os Leigos e pelo próprio ICCRS em 8 de Julho de 1993,

Buscando e fortalecendo um relacionamento mais regular e institucional entre o ICCRS e a Santa Sé, particularmente através do Pontifício Conselho para os Leigos, cujo Vice-Presidente, Bispo Paul J. Cordes, foi nomeado pelo Santo Papa como Conselheiro Episcopal do ICCRS, "ad personam", apoiado pelos testemunhos positivos de muitos Cardeais e Bispos sobre o serviço empreendido pelo ICCRS em concordância com a comunhão e a missão da Igreja.

Tendo também em mente que em 30 de Novembro de 1990 o Pontifício Conselho para os Leigos reconheceu a Fraternidade Católica das Comunidades de Aliança e Vida, como uma associação privada de fiéis, e na esperança que existirá um relacionamento frutífero de diálogo e cooperação entre esta associação e o ICCRS,


O P O N T I F Í C I O C O N S E L H O P A R A O S L E I G O S D E C R E T A


O reconhecimento do ICCRS como uma entidade de promoção da Renovação Carismática Católica, com personalidade jurídica, de acordo com o Cânon 116, aprovando seus Estatutos, em sua forma original, depositados nos arquivos deste Dicastério.


PAUL J. CORDES EDUARDO CARD. PIRONIO
Vice-Presidente Presidente


Do Vaticano, 14 de Setembro de 1993, Festa da Exaltação da Cruz

SEJA SHALOM - Vocacional 2017


 



“Todo ano nós rezamos como Assessoria, pela campanha vocacional DESTE ano e ouvimos de Deus o Seu direcionamento. Neste ano, Deus falava muito de entrega, nos fazia lembrar da passagem do Jovem Rico (Mateus 19, 16 – 22), falou de radicalidade e da obra de retorno ao essencial: o carisma. Deus nos falava muito: não tenham medo de mostrar o carisma da forma que ele é”, disse Ana Paula, missionária membro da Assessoria Vocacional.


A arte tem figuras que remetem a São Francisco de Assis e Santa Teresa D’Ávila, baluartes da vocação Shalom e modelos concretos de santidade para o Carisma. Além disso, o formato de bandeiras remete o desejo de fincar o estandarte da paz.


Em 2016 a Comunidade Shalom teve, em média, 4.100 vocacionados no Brasil e no mundo. “Nós esperamos encontrar nos vocacionados de 2017 o que faltou no Jovem Rico: ousadia, coragem, santidade, radicalidade”, concluiu a missionária.


Assessoria Vocacional


A Assessoria Vocacional desempenha na Comunidade Shalom a missão de despertar, animar, acompanhar e discernir as vocações confiadas por Deus à Comunidade. É mediadora do chamado de Deus ao homem de hoje, por isso desenvolve trabalhos de promoção vocacional, acompanhamentos vocacionais, realiza cursos e retiros vocacionais e acompanha os grupos vocacionais das missões no Brasil e exterior. Cada grupo vocacional tem como responsável um secretário vocacional.


APARECIDA - JUBILEU DE 300 ANOS DE BENÇÃOS






A Imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de 1717. Portanto, em 2017 o encontro da Imagem completará 300 anos.

Em comemoração à data, o Santuário Nacional de Aparecida promove o Jubileu “300 anos de bênçãos”, com uma programação devocional e obras de fé que vão nos preparar para o grandioso tricentenário.

Imagens peregrinas estão sendo enviadas a diversas arqui(dioceses) e Missionários Redentoristas levarão a cada capital do país uma imagem fac símile da Padroeira. Durante a peregrinação, serão colhidas porções de terra das capitais brasileiras para compor uma coroa especial para Nossa Senhora Aparecida.

Será inaugurado o Campanário do Santuário Nacional com sinos fabricados na Holanda e a grandiosa Cúpula da Basílica que também será inaugurada no Ano Jubilar.

O dia 12 de outubro de 2016 marcará a abertura do Ano Jubilar em comemoração aos 300 anos.









Sobre o Selo.

Para marcar os eventos relacionados ao Jubileu, foi criado um Selo Comemorativo.

Na composição do selo, estão elementos que fazem referência à religiosidade brasileira: a cruz, recordando o centro de nossa fé; o barco, recordando a pesca milagrosa; e a Imagem da Senhora Aparecida.

O primeiro material a receber o selo foi o livro ‘Aparecida’, do fotógrafo Fábio Colombini. O livro retrata as expressões de fé e a arte sacra no Santuário Nacional e foi lançado, oficialmente, em 18 de agosto de 2013.



Histórico



No ano de 1717, três pescadores, levados por necessidades históricas e econômicas, saíram a pescar, numa época escassa de peixes.

Por ação misteriosa de Deus, chegando ao “Porto de Itaguassu”, a primeira coisa que caiu em suas redes foi o corpo de uma imagem quebrada, na altura do pescoço.

Num segundo lance de rede, pescaram a cabeça da mesma imagem. Juntando as duas partes viu-se que se tratava da Senhora da Conceição. Depois do encontro da Imagem, a pesca de peixes foi abundante e os pescadores intuíram a presença e ação de Deus naquele singular evento.

Por assim ter aparecido, o povo chamou-a de “Aparecida”, nome consagrado pela devoção popular, chegando a ser proclamada Rainha em 1904, e Padroeira do Brasil em 1930.



Conheça mais sobre a história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Clique nos momentos baixo e confira os textos:





1717: três pescadores, uma rede e um milagre!











Há 32 anos, “Basílica Nova” acolhia a Imagem de Nossa Senhora Aparecida










1965: Brasil se preparava para o Jubileu de 250 anos










A Revolução de 1932 e o Batalhão Padroeira do Brasil










Relembre as palavras de São João Paulo II na Casa da Mãe










Restauração da Imagem de Aparecida completa 38 anos após atentado



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O tempo comum e seu significado

 

O Tempo Comum ocupa a maior parte do ano litúrgico. O fato de ser denominado “Tempo Comum” não significa que seja menos importante. Antes mesmo de se organizarem as festas anuais (Natal e Páscoa), com seus tempos de preparação e prolongamento, o Tempo Comum foi a primeira realidade na vivência do Mistério Pascal.

Na experiência das primeiras comunidades existia apenas a sucessão de domingos e semanas, ao longo do ano, tendo o domingo como dia maior, que congregava os irmãos e irmãs em torno da Palavra e da Ceia. Quando, mais tarde, foram organizados o ciclo da Páscoa e o do Natal, foi para celebrar com mais intensidade, num tempo determinado, o que já fazia parte do cotidiano das comunidades.

O Tempo Comum nos reconcilia com o normal e nos ajuda a descobrir o dia-a-dia como tempo de salvação, segundo a promessa do ressuscitado: ”Estarei com vocês todos os dias”. O Senhor se revela a nós nos acontecimentos do dia-a-dia, em nossas vivências e cansaços, na convivência, no trabalho... No interior de cada dia, damos prova de nossa fidelidade. É o esforço de buscar, no cotidiano da vida, o mistério do Senhor acontecendo entre experiências de morte e ressurreição.

No Tempo Comum, celebramos. Portanto, o mistério de Cristo em sua totalidade (Encarnação, vida, morte, ressurreição e ascensão) e não um ou outro aspecto do mistério. É o que o distingue dos demais tempos. A tônica recai sobre o evangelho de cada domingo. Aí temos a espiritualidade a ser vivida durante a semana. A vida cotidiana é lida à luz do mistério do Senhor. Nesse longo período do ano litúrgico, devemos prestar especial atenção ao lecionário, tanto dominical como semanal.

É a tarefa cotidiana de trazer a Páscoa para nossa vida. A partir da vida do Senhor, aprendemos dele o que significa e implica ser discípulo. Em companhia dos discípulos que deixaram tudo para seguir o Mestre, junto com todo o povo de Deus, esse povo que coloca em Jesus suas esperanças, acompanhamos o Mestre na sua caminhada missionária. Em cada um dos acontecimentos que ocorrem no caminho, Deus vai revelando o mistério de Jesus e nós vamos sendo convidados a aderir mais profundamente e com mais amor, a sua pessoa e a sua causa.

Nos acontecimentos cotidianos da vida e da caminhada de Jesus, vamos percebendo o mistério maior que está presente também em nossa vida, tanto nos acontecimentos extraordinários como também naqueles que nos parecem banais e rotineiros. Em todos eles, é Deus que está presente, é Deus que nos chama, nos fala, nos toca, nos convida ao seguimento de Jesus, nos envia como testemunhas das realidades em que vivemos Cada domingo é, assim. Uma visita de Deus para nos renovar, para libertar o seu povo, para nos unir mais a Ele e entre nós.

Como sempre, Ele tudo pode, mas preferiu contar com a nossa participação.


Padre Wagner Augusto Portugal

Qual é a nossa missão?

 Eu, você e todos os cristãos temos um chamado especial de Deus

Você já parou para pensar para que servem os balões? Eles com suas diferentes cores e tamanhos, ornamentam festas, alegram o ambiente, divertem as crianças, chamam atenção daqueles que olham, enfeitam o mundo. Muito bem! No entanto, eles só conseguem fazer tudo isso se estiverem cheios. Para que servem balões vazios? Não servem para nada, não têm vida, não tem beleza, não alegram, vão para o lixo.

E os cristãos? Para que servem os cristãos?

Deus, para salvar a cada um de nós, enviou seu Filho e Seu Filho enviou a Igreja, isto é, os Apóstolos e seus sucessores (cf. Mt 10, 16ss; Jo 20,21-23), com a missão de espalhar a Boa Nova do Reino de Deus pelo mundo. A missão dos apóstolos, e de todos nós que aderimos a Cristo, é continuar sua missão nesta terra. Que missão! Difícil, árdua, mas muito bela; levar cada pessoa viver no Reino de Deus; reino de paz, de amor, de verdade, de justiça e de liberdade. Levar as pessoas a um dia viver eternamente com Deus no Céu. São Paulo disse que “olhos humanos jamais viram, ouvidos humanos jamais ouviram, e coração humano jamais sentiu o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”. (1 Cor 2,9; Is 64,4).

A Didaquê, um documento cristão do primeiro século, dizia que: “Aquilo que a nossa alma é para o corpo, os cristãos são para o mundo”. Sem a alma o corpo não tem vida, sem os cristãos o mundo não tem vida. Por isso Jesus disse: “Vós sois o sal da terra” (Mt 5,13). “Vós sois a luz do mundo” (Mt 5,14). A luz do cristão, que é a Luz de Cristo, ilumina este mundo de trevas do pecado: ódio, ganância, brigas, mortes, roubos, adultérios, vanglórias, exibicionismos, orgias, comilanças, bebedeiras…

É o sal que dá sabor ao alimento e que o conserva. Só Cristo conserva a vida com sabor e com integridade. E Ele quer que os cristãos sejam os portadores e irradiadores dessa luz que ilumina as trevas e esse sal que dá sabor e vida.

Mas, para continuar a missão de Cristo, é necessário sermos semelhantes a Ele. Ele deixou claro que sem Ele não podemos fazer nada (cf. João 15,5). Por isso, o cristão só poderá ser o sal da terra e a luz do mundo se estiver repleto de Cristo. São Paulo era um gigante evangelizador porque tinha consciência de que não era ele quem vivia, mas que “Cristo vivia nele”, e lhe dava força e coragem de enfrentar muitas viagens, perseguições, açoites, prisões, etc..

E quem nos faz semelhantes a Cristo, repletos de Cristo, portadores de Cristo, é o Espírito Santo.

Leia também: A vocação dos leigos

Dia mundial das missões

O grande mês das missões

É preciso trabalhar pelo Reino de Deus

Outubro: Mês das Missões, dedicado também a Virgem Maria

Como os leigos podem ajudar na construção do Reino de Deus?

O Espírito de Jesus habita em nós para fazer-nos imagens de Jesus; esta é a vontade do Pai, que cada um de nós seja uma réplica de seu amado Jesus. E quem faz isso é o Espírito Santo. Ele nos leva a atingir o estado de homem perfeito, a estatura e maturidade de Cristo” (Ef 4,13). Os cristãos precisam estar cheios do Espírito Santo. O que podem fazer cristãos vazios? Cristãos vazios são como balões vazios! Não podem fazer nada.

Continuar a missão de Cristo aqui na terra é algo muito sério. Embora, muitos não sejam conscientes disso, todos são chamados. O parágrafo 900 do Catecismo da Igreja Católica deixa bem claro que:

“Uma vez que, como todos os fiéis, os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o evangelho e conhecer a Cristo.”

Os leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja, no mundo secular e precisam ter uma consciência clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de “serem” Igreja.

O leigo tem como vocação própria, estabelecer o Reino de Deus exercendo funções no mundo, no trabalho, na cultura, na política, etc., ordenando-as segundo o Plano e a vontade de Deus. Cristo os chama a ser “sal da terra e luz do mundo”. O leigo chega aonde o sacerdote não chega. Ele deve levar a luz de Cristo aos ambientes de trevas, de pecado, de injustiça, de violência, etc.. Assim, no mundo do trabalho, levando tudo a Deus, o leigo contribui para o louvor do Criador, se santifica e santifica o trabalho. Ele constrói o mundo pelo labor, e assim coloca na obra de Deus a sua assinatura. Torna-se co-criador com Deus.

O Concílio Vaticano II resgatou a atividade do leigo na Igreja: “Os leigos que forem capazes e que se formarem para isto podem também dar sua colaboração na formação catequética, no ensino das ciências sagradas e atuar nos meios de comunicação social” (Cat. n.906).

O Código de Direito Canônico dá ao leigo o direito e o dever de dar a sua opinião aos pastores:

“De acordo com a ciência, a competência e o prestígio de que gozam, têm o direito e, às vezes, até o dever de manifestar aos pastores sagrados a própria opinião sobre o que afeta o bem da Igreja e, ressalvando a integridade da fé e dos costumes e a reverência para com os pastores, e levando em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas, deem a conhecer essa sua opinião também aos outros fiéis. (Cat. 907; Cânon 212,3).

Para ser firme no cumprimento de sua missão de batizado e missionário, o leigo precisa ter uma vida espiritual sadia. O Papa João Paulo II disse um dia que: “A eficácia do trabalho apostólico do fiel leigo está intimamente associada à sua base espiritual, à sua vida de oração pessoal e comunitária, à frequência na recepção dos Sacramentos, sobretudo a Eucaristia e a Penitência e à sua reta formação doutrinária.”



Sem isso, não podemos ser repletos do Espírito Santo e de agir pelo poder de Cristo em nós. O leigo que não reza, não se Confessa, não Comunga, não lê e não medita a Palavra de Deus, não tem perseverança na missão, e como acontece com muitos sacerdotes também, acaba sendo afastado dela.

Mais do que nunca a Igreja precisa hoje dos leigos no campo de batalha do mundo; pois hoje ela é magoada, ofendida, perseguida e tida por muitos como a culpada de todos os males. Uma escala de valores pagã tenta insistentemente substituir a civilização cristã por uma cultura de morte (aborto, eutanásia, destruição de embriões, suicídio assistido…); e Deus vai sendo expulso da sociedade como se fosse um mal, e a religião católica vai sendo atacada por um laicismo agressivo anticristão. Nossa missão hoje, mais do que nunca, é pelo poder do Espírito Santo, sermos testemunhas de Jesus Cristo; e mostrar o mundo que sem Ele não há salvação eterna e nem felicidade terrena.

Prof. Felipe Aquino

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A IMPORTÂNCIA DA LITURGIA NA IGREJA





 
“Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus!" (Mt 4,4)

Nós, cristãos, herdamos da tradição judaica o costume de ler e orar a Palavra de Deus. O próprio Jesus, no Templo, desde pequeno, já ensinava a Palavra de Deus (Lc 2,41-52); e nas sinagogas, aos sábados, rezava salmos e lia trechos da Sagrada Escritura, que apontavam a chegada do Reino de Deus (Lc 4,15-22).


Quando reunidos em comunidade, os primeiros cristãos lembravam as palavras e os gestos de Jesus, sua morte e ressurreição, a vinda do Espírito Santo; davam graças a Deus, oravam e se alegravam. A cada reunião tentavam compreender tudo aquilo que havia acontecido com Jesus, e os sinais que estavam acontecendo com eles no dia-a-dia da missão.

Na história da liturgia da Igreja Romana, em parte do 2o milênio, as Sagradas Escrituras deixaram de ser lidas nas celebrações litúrgicas. O povo não tinha mais acesso à Palavra de Deus, sendo evangelizado através dos “sermões” e das lendas religiosas acerca da vida dos santos e do Santíssimo Sacramento. A recitação do rosário e a prática das novenas mantiveram a fé cristã viva por vários séculos.

Foi o Concílio Vaticano II, através da Constituição Conciliar “Sacrosanctum Concilium” sobre a Sagrada Liturgia, que devolveu à Santa Missa e às outras celebrações litúrgicas o lugar privilegiado da Palavra de Deus: “Na celebração litúrgica é máxima a importância da Sagrada Escritura. Pois dela são lidas as lições e explicadas na homilia e cantam-se os salmos. É de sua inspiração que surgiram as preces, orações e hinos litúrgicos...; é necessário que se promova aquele suave e vivo afeto pela Sagrada Escritura...” (SC 24).


Hoje, dois mil anos depois, também nós, discípulos, continuamos nos reunindo em comunidade, ouvindo as palavras de Jesus, tentando compreender, com a ajuda do Espírito Santo, o que está acontecendo e buscando uma palavra de vida para nós mesmos, para a comunidade, para a sociedade e para o mundo. Na verdade, Deus continua nos falando hoje.

A Liturgia da Palavra é semelhante a um diálogo entre duas pessoas: Deus e seu povo, Jesus e sua comunidade reunida no Espírito Santo. É o diálogo da Aliança (Êx 19 – 24). Nela, há momentos em que ouvimos a fala do Senhor e há momentos em que a comunidade aclama ou responde àquilo que ouviu. Isso requer de nossa parte: atitude de fé, de acolhida, de profunda escuta; requer a disposição para entrar em diálogo e comunhão com o Deus da Aliança.


É preciso redescobrir a Liturgia da Palavra como um diálogo vivo e atual de Jesus com os seus discípulos, um diálogo amoroso, através do qual o Senhor vem alimentar nossa esperança, podar nossos vícios, aprofundar nossa fé e colocar a comunidade com mais firmeza no caminho do Reino.

Sugestões celebrativas:

• A Liturgia da Palavra não é apenas um momento de se ouvir falar de Jesus ou de acompanhar leituras que falam Dele; é o próprio Jesus que, estando no meio de nós, fala à comunidade reunida. Sua Palavra tem a força de nos curar, converter e transformar. Por isso, nas comunidades despertem as pessoas ao costume de ouvir as leituras com amorosa atenção, se possível, sobretudo o Evangelho, não acompanhando sua leitura nos folhetos, pois “quando se lêem as Sagradas Escrituras na Igreja, é Cristo que nos fala” (SC 07).

• Criem nas comunidades o ministério dos leitores e salmistas. Não peguem leitores de improviso. Promovam constantemente a formação bíblica, litúrgica, espiritual e técnica dos leitores e salmistas. Invistam nos sistemas de som das Igrejas e no uso adequado de microfones e instrumentos musicais.

• “A Igreja sempre venerou as escrituras divinas, como venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na sagrada liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa tanto da Palavra de Deus como do Corpo de Cristo” (DV 21). Haja, em toda comunidade, uma mesa da Palavra (ambão) de onde serão feitas as leituras bíblicas e cantado o salmo responsorial e, se oportuno, feita a homilia e proferida as preces dos fiéis.