sábado, 4 de julho de 2015

A hora "H" está chegando! vence quem tiver mais votos nas urnas


Aluizio Lacerda


























ALTO DO RODRIGUES - Presidente do Legislativo é o convidado do Conversando Com o Seu Prefeito de hoje


Nixon Baracho (DEM), o convidado especial do programa de rádio deste sábado - foto: P.Cesar
Logo mais ao meio dia (12h), será transmitido pela FM "comunitária" local o programa Conversando Com o Seu Prefeito e o convidado especial de hoje será o presidente do legislativo altorodriguense, Nixon Baracho (DEM).

Na oportunidade, o vereador-presidente irá falar um pouco da atuação de um vereador em benefício para a população e fazer uma prestação de contas do 1º período, apresentando o que já foi aprovado pelos vereadores em prol da coletividade e os projetos que pretende realizar nestes dois anos de mandato como presidente da Câmara Municipal de Alto do Rodrigues.

O programa Conversando Com o Seu Prefeito é uma produção da secretaria municipal de comunicação no comando de Abelardo Neto e apresentação do locutor das multidões Fran Seixas.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

ATENÇÃO ALUNOS - JERNS-MACAU SAIU RELAÇÃO DE JOGOS E GRUPOS



FOI REALIZADO HOJE, 03 de julho de 2015, NA CIDADE DE MACAU/RN O CONGRESSO TÉCNICO DOS JOGOS ESCOLARES DO RIO GRANDE DO NORTE – JERN´S – REGIONAL DE MACAU
VEJA AS MODALIDADES E OS GRUPOS:






EDENILSON MELO

Rio Grande do Norte adere ao Qualiágua

Imprensa » Notícias 

3/7/2015
Sonda para medir qualidade de água
chamada
Nesta sexta-feira, 3 de julho, o Rio Grande do Norte passou a ser o mais novo estado a aderir ao Programa de Estímulo à Divulgação de Dados de Qualidade de Água (Qualiágua). Esta iniciativa da Agência Nacional de Águas (ANA) busca estimular a padronização dos métodos de coleta de amostras, parâmetros verificados, frequência das análises e divulgação dos dados em escala nacional. Além do Rio Grande do Norte, já assinaram acordos de cooperação: Minas Gerais, Paraná e Tocantins. A adesão é voluntária e cada contrato terá duração de cinco anos.

No Rio Grande do Norte, o órgão responsável por monitorar os aspectos qualitativos da água no âmbito do Programa será o Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn), que receberá por ponto monitorado.

Com orçamento de aproximadamente R$ 15 milhões, o Qualiágua também tem o objetivo de promover a implementação da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade de Água (RNQA) em todo o País. Os recursos da premiação pela divulgação dos dados serão repassados duas vezes por ano mediante o cumprimento das metas de monitoramento e divulgação de dados, que levarão em consideração vários aspectos, como: o percentual de pontos da RNQA operados pelo estado, o número de parâmetros avaliados e o percentual de pontos operados com medição de vazão simultânea – este último para análise da carga de poluentes na água. Estas metas serão pactuadas entre a ANA e as instituições participantes. O valor do pagamento será de R$ 1,1 mil por ponto monitorado e divulgado.

O Programa parte do pressuposto que os dados de qualidade da água são importantes para diversos públicos, como: gestores públicos, pesquisadores, estudantes, empresas. Os parâmetros mínimos a serem coletados nos pontos de monitoramento envolvem aspectos físico-químicos (transparência, temperatura da água, oxigênio dissolvido, pH e Demanda Bioquímica de Oxigênio, por exemplo), microbiológicos (coliformes), biológicos (clorofila e fitoplâncton) e de nutrientes (relacionados a fósforo e nitrogênio).
  
RNQA

Criada em 2013, a Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade da Água propõe a padronização dos dados coletados, dos procedimentos de coleta e da análise laboratorial dos parâmetros qualitativos para que seja possível comparar as informações obtidas nas diferentes unidades da Federação. A meta é que até dezembro de 2020 todos os estados e o DF contem com um total de 4.450 pontos de monitoramento, dos quais 1.817 já estão em operação. Todos os dados obtidos pela RNQA serão armazenados no Sistema de Informações Hidrológicas (HidroWeb), da ANA, e serão integrados e divulgados através do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos (SNIRH).

Nos últimos dois anos, a Agência investiu cerca de R$ 12 milhões em equipamentos de campo cedidos ao DF e a 15 estados (AL, BA, CE, ES, GO, MG, MT, MS, PB, PE, PR, RJ, RN, RS, SE, SP), que fazem parte dos dois grupos das unidades da Federação que já realizam o monitoramento qualitativo. Prevista para o primeiro semestre de 2016, a próxima etapa de envio de materiais será para os estados que não possuem rede de monitoramento. Entre os equipamentos, estão: medidores acústicos de vazão, sondas multiparamétricas de qualidade de água, materiais para análises de laboratório, caminhonetes 4x4 com baú adaptado e barcos com motor de popa.
Texto:Raylton Alves - Ascom/ANA
Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

Carnaubais - A VOZ DE UM LIDER - Mensagem de Luizinho - Eleição Suplementar

CARNAUBAIS - AMARELOU - ROBSON FARIIA E FATIMA BEZERRA DERAM BOLO EM SEU CANDIDATO OU ELE MENTIU.?


ASSIM QUE OS BLOGS DA OPOSIÇÃO ANUNCIARAM ONTEM

É hoje a GRANDE PASSEATA DA MUDANÇA com a participação do GOVERNADOR ROBINSON FARIAS E DA SENADORA FÁTIMA BEZERRA AO LADO DE DINARTE E KEIDE E OUTRAS LIDERANÇAS


Blefar, enganar, mentir, iludir, são práticas não recomendáveis ao exercício jornalistico da informação.
O artificio foi um tiro no pé da coligação adversária, se deram mal, pagaram um preço alto pela propaganda enganosa de seus blogs anunciarem a vinda do governador Robinson Faria e da senadora Fátima Bezerra.






A vigilia da oposição virou samba do crioulo doido, os oradores estavam desconexos, desorientados, sem saber o que dizer. O chororó era latente de que quem se sentia derrotado, as palavras eram de ódio, rancor, insatisfação com o que estavam vendo.

Será que ROBSON FARIA e FATIMA BEZERRA deram bolo em seu candidato ou o candidato pensou que mentindo para o povo que teria a presença de Robson e Fatima iria mudar o quadro já definido

Mas como blog havia afirmado, Robinson Faria e Fátima Bezerra, através das pesquisas de consumo sabiam desta fracassada realidade, preferiram ignorar o convite e tomaram distância na hora certa.

Fragmetos da Materia do Blog do Aluizio Lacerda.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Câmara rejeita reduzir maioridade penal em casos de crimes graves


Estudantes fizeram protestos e foram impedidos de entrar no plenário.
Texto reduzia de 18 para 16 anos maioridade penal para crime hediondo.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada desta quarta-feira (1º) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves. Para ser aprovada, a PEC precisava de ao menos 308 votos favoráveis – equivalente a 3/5 do número total de deputados –, mas somente 303 deputados foram a favor. Outros 184 votos foram contra e houve três abstenções.
Veja como votou cada deputado

Apesar da derrubada da matéria, a Casa ainda precisará votar o texto original, que reduz a idade penal para 16 anos em qualquer crime. De acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação deverá ser retomada na próxima semana ou depois do recesso parlamentar de julho. Se a matéria for rejeitada outra vez, a proposta será arquivada.
Pela PEC, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.

A rejeição da PEC foi comemorada por cerca de 200 manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) que acompanharam a sessão das galerias do plenário (veja vídeo). Eles gritaram palavras de ordem e repetiram o grito "não, não, não à redução".
Argumentos contra e a favor
Por acordo entre líderes partidários, 10 parlamentares foram escolhidos para falar a favor do projeto em plenário e outros 10 discursaram contra. O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), defendeu a proposta. “É um texto que tem equilíbrio, propõe a redução para crimes graves, hediondos, crimes contra a vida. Fico imaginando a justificativa para se suprimir a vida de alguém. É injustificável, nem a idade nem a classe social justificam.”
O líder do Solidariedade, Arthur Maia (BA), afirmou acreditar um jovem de 16 anos que comete crime tem “absoluta consciência” do que está fazendo. “Nenhum jovem deve temer a aprovação dessa lei. A lei serve para punir criminosos. Ser pobre e ser humilde não é salvo-conduto para matar e estuprar”, disse.
Já PT se posicionou contra alterar a Constituição para reduzir a maioridade penal e defendeu como alternativa à PEC alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente para ampliar o tempo de internação de jovens que cometem crimes graves.

"Todos querem combater a violência, e se combate a violência reformando o ECA. [Defendemos] a ampliação do tempo máximo de internação daqueles que praticam crime com grave ameaça de 3 para oito anos. As civilizações modernas trabalham a ideia da ressocialização, não é cadeia mais cadeia", discursou o líder do governo, José Guimarães (CE).
O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), também defendeu que a punição a menores de 18 anos não resolve o problema da criminalidade no país. Para ele, é preciso investir em educação e ações sociais. “Estamos discutindo uma decisão que vai ter efeito constitucional sobre se apostamos no ódio, na vingança, no vigiar e punir ou na educação e proteção integral à criança e ao adolescente.”
O texto da PEC inicialmente previa reduzir a maioridade para 16 anos para qualquer tipo de delito. Por acordo entre parlamentares do PSDB, do PMDB e outros partidos, o relator da proposta na comissão especial, deputado Laerte Bessa (PR-DF), alterou o próprio relatório para restringir a responsabilização penal a crimes graves.
Protestos
A votação foi acompanhada por poucos manifestantes nas galerias, já que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), impediu a entrada do público após tumulto no anexo 2 da Casa, prédio que tem ligação com o corredor que dá acesso ao plenário principal. Manifestantes ligado à UNE e à Ubes que estavam do lado de fora do edifício tentaram forçar a entrada e foram contidos com spray de pimenta.
Antes disso, o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) foi derrubado em um dos acessos ao salão verde da Câmara, durante protesto de estudantes que haviam conseguido permissão para entrar (veja vídeo). Fortes foi cercado pelos manifestantes no saguão do Anexo 2. Policiais legislativos tentaram garantir a passagem do parlamentar do PSB, mas, em meio à confusão, um dos estudantes o empurrou. O deputado caiu no chão e ficou estirado por alguns segundos. Com o auxílio de seguranças, se levantou e cruzou rapidamente a porta que dá acesso ao corredor.
Antes do tumulto, Cunha havia permitido a entrada, controlada por senha, de manifestantes contrários e favoráveis à PEC. Os "tickets" de acesso foram entregues aos partidos políticos, de forma proporcional ao tamanho das bancadas, e posteriormente distribuídos pelos deputados ao público (veja o protesto de manifestantes que foram barrados por não ter senha).
Veja em quais casos a PEC se aplicaria:
Crimes hediondos
Homicídio quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente; homicídio qualificado, como quando há utilização de meio cruel; latrocínio (roubo seguido de morte); extorsão qualificada pela morte; estupro; epidemia com resultado morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável.
Homicídio doloso
Quando o criminoso teve a intenção de matar a vítima ou assumiu o risco de produzir a morte.
Roubo qualificado
Se o crime é exercido com emprego de arma; se há participação de duas ou mais pessoas no delito; se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância; se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro estado ou para o exterior; e se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade.
Lesão corporal grave, seguida ou não de morte
Quando a lesão resulta em incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; perigo de vida; debilidade permanente de membro, sentido ou função; aceleração de parto; incapacidade permanente para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização do membro, sentido ou função; deformidade permanente; e aborto.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Em encíclica, Papa diz temer guerra pela água ainda neste século


Vaticano divulgou encíclica sobre o meio ambiente nesta quinta.
Francisco pediu mudanças em estilo de vida e acusou potências.

O Papa Francisco culpa a "humanidade" pelo aquecimento do planeta em sua encíclica sobre o meio ambiente publicada nesta quinta-feira (18), e ainda afirmou temer que o controle pela água por parte das grandes empresas mundiais termine por provocar uma guerra neste século.
"É previsível que o controle da água por parte de grandes empresas mundiais se converta em uma das principais fontes de conflitos deste século", escreveu o pontífice, que viveu na Argentina, sua terra natal, as tensões sociais pela privatização da água.
Francisco pediu na encíclica "mudanças do estilo de vida", e acusa as potências e suas indústrias de fazer um "uso irresponsável" dos recursos.
"A humanidade está convocada a tomar consciência da necessidade de realizar mudanças de estilo de vida, de produção e de consumo", escreveu o Papa, que acusa a "política e as empresas de não estarem à altura dos desafios mundiais", depois de terem feito um "uso irresponsável dos bens que Deus colocou na Terra".
O Papa também denunciou "a submissão da política à tecnologia e às finanças" como causa dos fracassos nas reuniões mundiais para conter o aquecimento global e a deterioração do planeta. Ele ainda denunciou o atual sistema econômico mundial que usa a "dívida externa como instrumento de controle" e os países ricos por não reconhecerem a "dívida ecológica" que têm com os países em desenvolvimento.
"A submissão da política ante a tecnologia e as finanças se mostra no fracasso das reuniões mundiais", escreveu o papa em um texto que acusa os "poderosos" de não querer encontrar soluções.
"A dívida externa dos países pobres se transformou em um instrumento de controle, mas não acontece o mesmo com a dívida ecológica (...) com os povos em desenvolvimento, onde se encontram as mais importantes reservas da biosfera e que seguem alimentando o desenvolvimento dos países mais ricos ao custo de seu presente e de seu futuro", afirma o documento apresentado nesta quinta-feira no Vaticano.
Francisco também pediu aos países ricos que aceitem um "certo decrescimento" para conter o consumismo e a pobreza.
"Chegou o momento de aceitar um certo decrescimento em algumas partes do mundo aportando recursos para que seja possível crescer de maneira saudável em outras partes", escreve o pontífice, que pede "limites" por que é "insustentável o comportamento daqueles que consomem e destroem mais e mais, enquanto outros não podem viver de acordo com sua dignidade humana".
Cópias da encíclica sobre o meio ambiente escrita pelo Papa Francisco são vistas nesta quinta-feira (18) no Vaticano (Foto: Andrew Medichini/AP)Cópias da encíclica sobre o meio ambiente escrita pelo Papa Francisco são vistas nesta quinta-feira (18) no Vaticano (Foto: Andrew Medichini/AP)
Conheça os principais trechos da "encíclica verde"do papa Francisco, chamada "Laudato si'"
O Homem é responsável pelo aquecimento
"Inúmeros estudos científicos relatam que a maior parte do aquecimento global das últimas décadas se deve à concentração de gases do efeito estufa (dióxido de carbono, metano, óxido de nitrogênio e outros) emitidos principalmente por causa da atividade humana".
"Se a tendência atual continuar, este século poderá testemunhar mudanças climáticas inéditas e uma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com graves consequências para todos nós".
"A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de realizar mudanças de estilo de vida, de produção e consumo, para combater o aquecimento global ou, pelo menos, as causas humanas que o provocam e o agravam".
Negociações internacionais
"Infelizmente, muitos esforços para encontrar soluções concretas para a crise ambiental falham frequentemente, não só por causa da oposição dos poderosos, mas também por uma falta de interesse por parte dos outros".
"A fraqueza da resposta política internacional é impressionante. A submissão da política à tecnologia e às finanças se revela no fracasso das cúpulas" sobre o clima.
"Muito facilmente o interesse econômico prevalece sobre o bem comum e manipula informações para não ver seus projetos afetados".
"A tecnologia atual baseia-se sobre combustíveis fósseis altamente poluentes - especialmente o carvão, mas também o petróleo e, em menor extensão, o gás - que precisam ser substituídos de forma gradual e sem demora".
"A estratégia de compra e venda de 'créditos de carbono' pode dar origem a uma nova forma de especulação, e isso não serviria para reduzir a emissão global de gases poluentes."
"Nós sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona (...) ele não se arrepende de nos ter criado. A humanidade ainda possui a capacidade de trabalhar em conjunto para construir a nossa casa comum."
Responsabilidade para com os mais pobres
"As regiões e os países mais pobres têm menos oportunidades de adotar novos modelos para reduzir o impacto das atividades humanas sobre o meio ambiente, porque eles não têm a formação para desenvolver os processos necessários, e não podem pagar por isso. É por isso que temos de manter uma consciência clara de que, na mudança climática, há diversas responsabilidades".
"Chegou o momento de aceitar uma certa diminuição do crescimento em algumas partes do mundo, fornecendo recursos para o crescimento saudável em outras partes."
"Qualquer abordagem ecológica deve incorporar uma perspectiva social que leve em conta os direitos humanos das pessoas mais desfavorecidas (...). A tradição cristã nunca reconheceu como direito absoluto ou inviolável o direito à propriedade privada, ela destaca a função social de todas as formas de propriedade privada".
Água e guerras
"É previsível que, frente ao esgotamento de alguns recursos, seja criado gradualmente um cenário favorável para novas guerras, disfarçadas de reivindicações nobres."
"Enquanto a qualidade da água disponível está em constante deterioração, há uma tendência crescente em alguns lugares de privatizar este recurso limitado (...). Espera-se que o controle da água por grandes empresas globais torne-se uma das principais fontes de conflito neste século ".
Crítica ao consumismo
"Quando nós não reconhecemos o valor de um pobre, de um embrião humano, de uma pessoa que vive em uma situação desfavorável (...) é difícil ouvir os gritos da própria natureza."
"A cultura do relativismo é a mesma doença que leva uma pessoa a explorar o seu próximo e tratá-lo como um mero objeto."
"A Terra, nossa casa comum, parece estar se tornando mais e mais em um enorme depósito de lixo."
Demografia
"Ao invés de resolver os problemas dos pobres e de pensar em um mundo diferente, alguns se contentam em simplesmente propor uma redução da natalidade (...). O crescimento demográfico é totalmente compatível com um desenvolvimento integral e solidário. Culpar o aumento da população e não o consumismo extremo e seletivo de alguns é uma maneira de não enfrentar os problemas".
Ilusão de soluções técnicas
"A tecnologia, ligada aos setores financeiros, que pretende ser a única solução aos problemas, é incapaz de enxergar o mistérios das múltiplas relações que existem entre as coisa e, consequentemente, resolve um problema criando um novo".
"O antropocentrismo moderno acabou por valorizar muito mais a razão técnica em detrimento da realidade. A vida está sendo abandonada às circunstâncias condicionadas pela tecnologia, vista como o principal meio de interpretar a existência".
Submissão ao poder financeiro
"Hoje tudo o que é frágil, como o meio ambiente, permanece indefeso contra os interesses do mercado divinizados, transformado em regra absoluta."
"As finanças sufocam a economia real. As lições da crise financeira mundial não foram aprendidas, e levarmos em conta as lições da deterioração do ambiente com muito atraso".
Papel das religiões
"A maioria dos habitantes do planeta declara ter fé, e isso deveria incitar as religiões a entrar em um diálogo com vista à conservação da natureza, da defesa dos pobres, da construção das redes de respeito e de fraternidade.
A mensagem bíblica
"Nós não somos Deus. A terra nos precede e nos foi dada (...). Foi dito que, a partir da história de Gênesis, que convida 'a dominar' a terra, incentivamos a exploração descontrolada de natureza, apresentando uma imagem do ser humano como dominador e destrutivo. Esta não é uma interpretação correta da Bíblia. É importante lembrar que os textos nos convidam a cultivar e manter o 'jardim' do mundo".
"A espiritualidade cristã propõe um crescimento pela sobriedade, e uma capacidade de desfrutar (...) sem estar obcecado com o consumo."